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Publicado em 31/03/2008 às 19:16 h

Capítulo 30 - Office Access 2007: Nova interface intuitiva orientada a resultados (Fluent)

A interface do usuário Microsoft Office Fluent permite ao usuário extrair o máximo de proveito dos aplicativos do Microsoft Office, proporcionando resultados melhores com mais rapidez.

Nas versões anteriores dos aplicativos do Microsoft Office, os usuários utilizavam um sistema de menus, barras de ferramentas, painéis de tarefas e caixas de diálogo para realizar seu trabalho. Esse sistema funcionava bem quando os aplicativos tinham um número limitado de comandos. Agora que os programas fazem muito mais, o sistema de menus e barras de ferramentas já não funciona tão bem. Muitos recursos dos programas são extremamente difíceis de localizar. Por esse motivo, o objetivo primordial da interface do usuário Office Fluent é facilitar a localização e o uso de toda a gama de recursos que esses aplicativos fornecem.

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Os principais recursos da interface são:

Faixa de Opções: As guias na Faixa de Opções exibem os comandos mais relevantes para cada uma das áreas de tarefas nos aplicativos. No Access 2007, as guias agrupam comandos de atividades como trabalhar com tabelas, formulários e relatórios, acessar dados externos e aplicar filtros. A guia Início fornece acesso fácil para os comandos usados mais freqüentemente.

Botão Microsoft Office: simplifica os principais cenários de criação, permitindo que a Faixa de Opções se concentre na criação de documentos importantes.

Guias contextuais: só aparecem quando são necessárias, o que facilita significativamente a localização e a utilização dos comandos necessários para a operação em questão.

Galerias: oferecem aos usuários um conjunto de resultados claros para serem selecionados quando estiverem trabalhando em seus documentos.

Visualização Dinâmica: os resultados da aplicação de uma alteração de edição ou formatação quando o usuário move o ponteiro do mouse sobre os resultados apresentados em uma Galeria.

Saiba mais acessando http://office.microsoft.com/pt-br/help/HA101679411046.aspx?pid=CL100605171046



Autor: Marcos Rodrigues | Ler post...



Publicado em 31/03/2008 às 16:18 h

Webcasts Technet - Sorteando Vouchers de Certificação


Autor: Danilo Bordini | Ler post...



Publicado em 31/03/2008 às 12:34 h

Boa Notícia: Aprovação do Padrão Open XML na ISO

A ISO divulgou hoje que o padrão aberto de documentos Office Open XML é agora um padrão internacional mantido pela ISO, com o número ISO/IEC 29500. Após um processo de votação onde participaram 87 países, o padrão foi aprovado com ampla maioria de 75% dos votos dos países "P" (participantes) e 86% dos votos totais, não contando as abstenções.

Isto significa que o padrão de documentos usado pelo software de escritório mais popular do mundo (o Microsoft Office) está agora sobre o controle da ISO. É o final de um processo que começou em 2005, quando a Microsoft enviou para a ECMA o primeiro draft da especificação, e que onde mais de mil comentários para melhoria foram examinados só dentro da ISO. Poucos padrões foram tão rigorosamente examinados como o ISO 29500, e isto se reflete na qualidade do padrão agora finalmente aprovado.

A padronização na ISO é uma tremenda vitória para os usuários, que tem a garantia que os seus documentos podem ser abertos e processados de acordo com uma especificação pública, aberta e sob controle internacional. É uma vitória em especial dos usuários que necessitam assinar digitalmente e/ou criar fluxos de documentos, já que o formato Open XML suporta assinaturas digitais compatíveis com a ICP-Brasil e schemas customizados, recursos que não existem por exemplo em outros formatos com o ODF. Os usuários continuam tendo o direito de escolher o formato mais apropriado para os seus documentos, direito que queria ser cassado pela IBM (mais sobre isso a frente).

Mais significativamente, o Open XML "liberta" os usuários destes documentos de ter que usar Microsoft Office, permitindo que esses documentos possam ser criados e consumidos livremente (e facilmente) por outras aplicações. Mas que outras aplicações? Eu dividiria em dois grupos:

¦ Aplicações corporativas, desenvolvida em geral para organizar fluxos de documentos. Por exemplo, uma aplicação de reembolso de despesas pode agora receber como entrada uma planilha e extrair os seus dados para consumo, sem precisar ter o Microsoft Excel instalado. Ou um tribunal pode receber uma petição, ou gerar um acórdão, sem precisar comprar e instalar o Word no servidor. E sem claro precisar estar rodando sobre Windows.

(Por exemplo, está disponível aqui uma aplicação Web JSP, rodando com Linux e MySQL, que gera documentos Open XML).

¦ Suítes de escritório, inclusive as de código aberto como o KOffice e o OpenOffice, quem tem agora ao seu dispor uma documentação completa, aberta e pública em que se basear para interoperar com o Microsoft Office. Estas suítes podem ainda implementar esta interoperabilidade com a garantia que podem utilizar sem risco todas as patentes envolvidas, e que qualquer mudança no padrão terá que ser aprovada pela ISO em um processo público e aberto a todos os países. Não é a toa que o OpenOffice já anunciou o suporte ao Open XML na sua versão 3.0.

Neste processo ganham também a ISO e os órgãos nacionais de padronização, como a nossa ABNT, que se consolidam como o fórum onde os padrões relevantes para a indústria de TI são discutidos e aprovados. No caso do Brasil foi impecável o trabalho da ABNT na condução do processo, e é incrível ver como eles possuem a experiência (e a paciência) para procurar o consenso mesmo entre grupos com posições radicalmente diferentes. Para nós da Microsoft Brasil foi um grande aprendizado e vamos continuar trabalhando com a ABNT no aperfeiçoamento do Open XML.

E quem perde com a aprovação da ISO 29500? Perde basicamente a IBM, que surpreendentemente liderou um lobby maciço e sem precedentes contra a aprovação deste padrão, envolvendo centenas de funcionários e lobistas. Digo "surpreendentemente" porque a IBM tem uma enorme receita com o desenvolvimento de sistemas conectados e middlewares, e seria uma das grandes beneficiárias da adoção de padrões abertos e baseados em XML para representar documentos.

A IBM entanto resolveu apostar em uma estratégia mundial - a meu ver incrivelmente míope - de tentar ressuscitar a sua moribunda linha de suítes de escritório impondo a adoção do padrão ODF no setor público. Nos planos da IBM, a obrigação de usar o formato ODF tornaria irrelevante uma série de funcionalidades presentes no Microsoft Office que este formato não suporta (como assinaturas digitais), permitindo que um produto mais limitado como o Symphony pudesse competir no mercado.

Esta estratégia se apoiava em duas pernas: (1) o ODF deveria ser o único formato para documentos de escritório aprovado na ISO, e (2) legislação seria criada para forçar o uso de ODF pelos diversos governos. Durante os três últimos anos a IBM trabalho pesadamente para garantir estes dois pontos, e por isso era para ela vital que a ISO não aprovasse o padrão Open XML.

Nunca houve antes uma campanha tão ferrenha contra a elaboração de um padrão internacional. A ordem da IBM era clara: o Open XML não poderia ser aprovado de jeito nenhum. Não importava quais mudanças fossem feitas, o voto tinha que ser não. O lobby sem limites levou a algumas situações bizarras, como por exemplo um voto inicialmente submetido pelo Quênia ter sido escrito por um funcionário alemão da IBM - o sujeito enviou o voto em PDF e aparentemente se esqueceu de tirar o próprio nome dos metadados do arquivo! Ou a manobra no final para cassar os votos de todos os países de status O (observador) dados na reunião em Genebra, tentando anular os votos inclusive do Brasil nesta reunião.

Após o sucesso da reunião final em Genebra e a notícia que os países estavam votando em massa pela aprovação do padrão, o lobby contra a aprovação do Open XML começou a fazer acusações mirabolantes de fraude e corrupção contra vários órgãos nacionais de normatização que votaram a favor, como Noruega (!), Alemanha (!!) e até mesmo o prestigioso British Standards Institute (BSI) inglês (!!!). A IBM Brasil chegou até mesmo ao ponto de acusar a Microsoft de ter "estuprado" a ISO.

Tudo isso é muito lamentável, e é reconfortante saber que a ISO e os órgãos nacionais de normatização tomaram a decisão sensata mesmo em meio a toda esta histeria.

Se você usa o Office 2003, Office XP ou Office 2000, pode já começar a usar o formato Open XML instalando gratuitamente o Open XML Compatibility Pack.

Para assinar e visualizar assinaturas digitais em documentos Open XML, use o Assinador Digital open source desenvolvido pelo time do LTIA/UNESP.

Você pode começar a testar o OpenOffice 3.0 com suporte a documentos Open XML obtendo a versão M3.

 



Autor: Fernando Cima | Ler post...



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